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Gal Azevedo
                                                                                                                  Infancia Querida!


Ah! Que saudades que tenho
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais.
Daquelas tardes fagueiras
Debaixo das canjeranas
Brincando no milharal.
 
Que sonhos...
 
Quanta esperança
Na minha vida criança, correndo pelo pomar,
Subindo nas laranjeiras
Pendurando pelas palmeiras
Vendo o riacho correr.
Quebrando coquinhos com pedras
Atirando pedrinhas no lago
Chupando mangas no pé.
E os cajueiros coitados,
Debruçando suas galhas, dando-me pé a subir.
Seus frutos, deliciosos!
Vermelhinhos como as rosas que tais havia ali.
 
A Roseira, a mais bela! 
Tão grande era ela, com suas aveludadas flores,
Que ao abrir da janela vinha logo cumprimentar,
Num bom dia inenarrável.
O seu perfume, suave...
Somente para agradar.
Oh, quão distante estão...
Tudo isso foi-se embora...
Mas, da minha memória,
ninguém pode arrancar.
 
Poema dedicado à Professora Josefina Teixeira de Azevedo (in memoriam),
 por ocasião da passagem da data de aniversário de seu nascimento 13/03 (p.p.).
Professora Zefa, natural da Faz. Lagoa Grande, Caetité-Ba,
 onde passou parte de sua vida, assim como a autora do poema e filha da professora.


GAL AZEVEDO
 
 
 
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